Fatal Idade
...
História.
No longínquo ano de 2017, visto a desgraça completa na qual o Brasil (e o mundo) começava lentamente a afundar, nós, que viemos cada um de um projeto diferente, percebemos uma igual necessidade de abordar esses temas malditos que furavam nosso cérebro dia pós dia. Precisávamos falar das mazelas reais a que estamos sujeitos, no plano político, social e econômico.
Desde o surgimento da banda, a ideia é focar num som rápido, sujo, agressivo, direto ao ponto, gritado em nosso idioma nativo para que todo e qualquer um entenda nosso manifesto: uma espécie de HC/grind, mas ainda assim com influências muito particulares de cada integrante.
Meses depois juntamos alguns restos de ideias engavetados de anos anteriores, os reformulamos, compomos coisa nova e colocamos a banda para rodar. Desde então passamos por inúmeras formações, inclusive enquanto gravávamos nossas primeiras músicas, compiladas no ep/demo ‘O Terror’, de treze faixas, finalizado e lançado um ano e meio depois.
Não somos uma banda ativa, nem nas redes sociais tampouco em apresentações, pois a Fatal quer justamente fugir do “profissionalismo musical", que por vezes acaba sendo desgastante. Nossa ideia no momento, em que passamos por mais uma substituição de integrante de última hora, é gravarmos assim que possível nosso próximo registro, também de treze faixas e que deve se chamar "Equilíbrio Extermínio"'.
A formação atual é com Ahnysha Krüst (vocal), Rodolfo MNac (guitarra/backing vocal), Herry Lucas (baixo) e João Mendes (bateria).
Álbuns.
Integrantes.




