Virus Hominum

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Virus Hominum

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Letras.

Sacerdote de Sodoma

Demônios irão me assombrar.
Penetrar sua alma.
Meu desejo pútrido.
Escondido sob a batina
impulsos profanos me atormentam.
Sob o crucifixo.

Testemunhas da blasfêmia
Não existe lugar sagrado.
Pederasta e Hipócrita.
Confessará seus pecados.
E te consumirei na agonia
de uma mente perturbada.
Sacerdote de Sodoma.
Herege , Apóstata.

Nenhuma a meu alcance fugirá.
Todas vou sodomizar.
Sua vida e inocência.
Lobo em pele de cordeiro.
Pague pela sua ingenuidade.

Pesadelo vivo.
Sacerdote de Sodoma.

Sacerdote de Sodoma.
Detentor do profano.
Sacerdote de Sodoma.
Sua alma prostituída.

Pregando uma falsa fé.
Preparo sua armadilha.
Na lama o profano me acompanha.
Não há lugar pra misericórdia
Dupla identidade.
Escondido atrás da máscara.
Falsa pretensão.
Envenena a alma.

Mata aos poucos.
Determinação.
Controle da fé.
Instrumentos de manipulação.
Pequena redenção, deus lavará meus pecados.
Sei que aqui estarei protegido.

A sagrada igreja detentora de segredos sórdidos.
Sacerdote de Sodoma
Pederasta e hipócrita.

Nenhuma a meu alcance fugirá.
Todas vou sodomizar.
Sua vida e inocência destruída.
Lobo em pele de cordeiro.
Pague pela ingenuidade.
Pesadelo vivo.
Sacerdote de Sodoma.
Sua alma prostituída....

(Letra: Selv Lopes / Música: Alexandre Costa)

Mente Insana

Sentindo cheiro de sangue a todo instante.
Vontade insaciável de aniquilar.
Atravessando o véu da razão.
Sentimento de desgraça.
Pensamentos sombrios me fazem querer matar.

Ficarei espreitando a vítima, com cautela.
Vigiando Seus passos e brechas pra cortar sua garganta.
Até o momento certo da sua morte.

Eu sou o seu carrasco.
Eu lhe darei sua sentença.
Pena de morte.
Ficarei assistindo sua agonia e seus pedidos de socorro.

Ficarei ouvindo você implorar.
pela vida e gritando pelo seu deus.
Ele não vai poder ajudar.
Sua morte já está planejada.
Ficarei vendo com orgulho você engolir seu sangue.

Você é apenas mais uma vítima, das várias que já ceifei.
Não conseguirá fugir, as portas estão trancadas, aqui!

Você não tem mais pra onde ir.
A lâmina da minha faca te espera.
Farei você sangrar.

E levarei flores no seu enterro.
Tão vermelhas quanto o seu sangue em minhas mãos.
E então lamentarei por esse êxtase ter fim.
Sinta uma mente insana sua alma ceifar.

(Letra: Selv Lopes / Música: Alexandre Costa)

Frenesi

Imundice!
Perdido no meio da luxúria, o caos!
Conjunção carnal!
Empalado!
Penetro até chafurdar
minha podridão!

Maculando sua dignidade
seminua, mórbida!
Resquício Vital.
Você ainda sente o meu calor
Lapsos de dor.
Te levam aos últimos
Sentimentos de terror.

Repulsa visceral,
Literal.
É chegado o momento....

Dilacero sua carne.
Frenesi perverso.
Entranhas decaem.
Difamado corpo, cadavérico.

Maculando sua dignidade
seminua, mórbida!
Resquício Vital.
Você ainda sente o meu calor
Lapsos de dor.
Te levam aos últimos
Sentimentos de terror.

Imundice!
Perdido no meio da luxúria, o caos!
Conjunção carnal!
Empalado!
Penetro até chafurdar
minha podridão!

(Letra: Selv Lopes / Música: Alexandre Costa)

Minotauro

Sonhos destruídos, beleza magnética,
olhos profundos, o fim chega depressa.

Corpo partido ao meio. Mutilações sobre seu corpo nu.
Incisões em seus lábios estendiam um sorriso macabro.
Seu sangue todo foi drenado, ato premeditado e sem rastro.
Rosa vermelha da pele arrancada, enfiada em sua genitália.

Minotauro,
Braços levantados.
Minotauro,
Deixada em retalhos.

Pensamentos calculistas sabiam o que fazer.
Todos mereciam ver o tamanho da sua destreza.
Esquartejar sem nenhum órgão ou osso danificar.
E sem sangue deixar espalhar.
Cadáver limpo de se admirar.
Pedaços de carne extrair só pra se divertir.

Minotauro,
Braços levantados.
Minotauro,
Deixada em retalhos.

E pagou, pagou com a vida.
E nunca mais vista, a não ser em um certo dia,
achado seu corpo inútil e sem vida.
Sensacionalismo e sem justiça.

E pagou, pagou com a vida.
E nunca mais vista, a não ser em um certo dia.

Minotauro,
Braços levantados.
Minotauro,
Deixada em retalhos.

Corpo partido ao meio. Mutilações sobre seu corpo nu.
Incisões em seus lábios estendiam um sorriso macabro.

(Letra: Selv Lopes / Música: Alexandre Costa)

Poço dos Miseráveis

Sem esperança e num antro de carnificina.
As almas vagam em leitos, corredores e enfermarias.
Esperando o momento de partir.
Partir pra morte
ou,
Para uma espera indigna.

Cachoeira vermelha escorre no chão.
Segure seus miolos pra não espatifar.
Sangue transborda sem nem avisar.

Você se ver sem perspectiva,
Enfermidade te corrói
de dentro pra fora dilacerando.
Nunca cedendo.

Largado à própria sorte,
Você não sabe a quem recorrer.
Perdido no poço da miséria
Dor excruciante te faz esganiçar.

Todos seremos tragados
Tragados por um sistema doente.
Ictérico, acometido pela disenteria.
O parasita de forma corrupta
expele litros de miséria e excreções fecais.
Contaminando até o mais inocente bebê recém-nascido.
Uma podridão sem fim.

Sem esperança e num antro de carnificina.
As almas vagam em leitos, corredores e enfermarias.
Esperando o momento de partir.
Partir pra morte
ou,
Para uma espera indigna.

Cachoeira vermelha escorre no chão.
Segure seus miolos pra não espatifar.
Sangue transborda sem nem avisar.

Você se vê sem perspectiva,
Enfermidade te corrói
de dentro pra fora dilacerando.

Poço dos miseráveis.
Embebido em sangue.
Poço dos miseráveis.
Bebendo o próprio sangue.

Sem esperança e num antro de carnificina.
As almas vagam em leitos, corredores e enfermarias.
Esperando o momento de partir.
Partir pra morte
ou,
Para uma espera indigna
Cachoeira vermelha escorre no chão.

(Letra: Selv Lopes / Música: Alexandre Costa)

De Cultu Mortuo

Dança da chuva negra
vem te assolar.
Para o rebanho escravizar
E sua vida sem mais futuro ceifar.

Crianças escravizadas formam adultos dóceis.
Domesticadas para aceitar a desgraça e o caos com frivolidades.

Chafurdar na lama.
Em brasa os cadáveres.
Afogar os sonhos.
Explodir as entranhas.
O banquete dos Urubus está servido.

Ignorância trata com carinho,
Carícias trocadas pelo bem da nação.
Um pouco de pão e circo,
Ceife vidas nesse holocausto.

Vamos matar em nome de qual deus?
Da moral, do progresso, em nome da paz.
A chacina foi planejada.
Viva pra matar ou perecerá.
Você não escapará, o destino traçado.

Com apatia você matará.
Almas agonizam nas ruas,
No relento você não sente mais nada.
Adormecido no descaso.
Morreu dormindo.

Alimento midiático.
Uma pena,
Mais um predador
Uma tristeza,
Pega o melhor enquadro do seu sofrimento.

Uma fatalidade.
Todos Urubus da moléstia.
Vocês sabe por quê?
De Cultu mortuo.
A morte idolatrada.

Alimento midiático.
Uma pena,
Mais um predador
Uma tristeza,
Pega o melhor enquadro do seu sofrimento.

Uma fatalidade.
Todos Urubus da moléstia.

Peste negra te doutrina.
De Cultu mortuo.

(Letra: Selv Lopes / Música: Alexandre Costa)

Vídeo.

Resenha.

Fundada em 2018 no Maranhão, a Deep Hatred estreia com o deslumbrante EP Virus Hominum (via Anaites Records/Metal Island Records). Feroz do primeiro ao último minuto, o debut do quinteto formado por Débora Selv (vocal), Alexandre Costa e Rogers Rocha (guitarras), Willian Vieira (baixo) e Lucas Moedor (bateria) explora a sonoridade brutal de bandas como Deicide, Morbid Angel, Sinister, Cryptopsy, Krisiun, Rebaelliun, Monstrosity, Obituary, Cannibal Corpse, Hate Eternal e Headhunter DC para criar o seu próprio moedor de pescoços. Composto por seis faixas, o único defeito deste EP é que ele acaba.

(por Soundhouse BR - em 21/10/2022)